O CONSUMO ATUAL DE ENERGIA NO MUNDO
| Regiões | Energia milhões TEP | % | População milhões hab. | % |
| Nações desenvolvidas de economia de mercado – OECD | 4.112 | 50 | 852 | 16 |
| Antiga URSS, Europa Central e do Leste | 1.724 | 50 | 413 | 8 |
| Nações em desenvolvimento ou subdesenvolvidas | 2.459 | 30 | 4.505 | 76 |
| Totais Mundiais | 8.295 | 100 | 5.270 | 100 |
TABELA 1 – Consumo per capita de petróleo (BANCO MUNDIAL, 2006)
A AD Monografia e Pesquisa para TCC realizou este artigo visando oferecer um embasamento seguro para estudantes realizarem sua própria monografia neste tema ou sobre outros envolvendo matrizes energéticas
O consumo por habitante das nações desenvolvidas teria sido, assim, cerca de oito vezes o das nações em desenvolvimento ou subdesenvolvidas.
A Revolução Industria trouxe consigo crescente demanda de energia e matérias-primas que o mundo nunca tinha visto; e o fantástico ritmo de expansão continuou através do século XX. Foi estimado, por exemplo, que nas primeiras duas décadas do século XX a humanidade consumiu mais energia do que havia feito em todos os séculos anteriores de sua existência. Durante as duas décadas subseqüentes nós de novo utilizamos mais energia do que na totalidade do passado. Além disso, uma constatação similar manteve-se para cada período subseqüente de 20 anos. (BANCO MUNDIAL, 2006)
A Revolução Industrial requereu profundas modificações qualitativas no uso da energia. Antes dela, a produção e os serviços se fundavam na própria força de trabalho dos homens, complementada pela tração animal, pela utilização direta da força das águas e dos ventos, e pela lenha e carvão vegetal.
Com a Revolução, nos países de vanguarda industrial, a lenha perdeu para o carvão mineral a sua posição de principal combustível. A industrialização se processava em países detentores de boas reservas de carvão, que dominou de forma absoluta o respectivo panorama energético. Nos Estados Unidos, país de grande extensão geográfica e potencial florestal como o nosso, já se havia começado a substituir a lenha pelo carvão mineral no meio do século XIX. A devastação das florestas inglesas para a produção de madeira e lenha já se tornava grave no fim do século XVII. (BANCO MUNDIAL, 2006, ENGLER, 1989)
No Brasil, a derrubada das florestas esteve relacionada, de forma predominante, à ocupação da terra para implantação da agricultura e da pecuária extensiva.
No Brasil não ocorreu a Fase do carvão mineral e a industrialização foi tardia. O petróleo só entrou em cena na economia mundial em 1854, a partir da primeira perfuração bem-sucedida, na Pensilvânia, e da expansão de refinarias, em escala industrial, para a obtenção de querosene. (GASNET, 2004)
A versatilidade do petróleo e seus derivados e a facilidade do seu manuseio e transporte seriam razoes suficientes para a sua crescente importância relativa. Mas, além disso, e apesar do aumento da demanda no século XX, foi possível manter o suprimento sempre satisfatório em escala mundial e a preço relativamente estável. Assim, está aqui a apresentacao de um seminario ligeiro para uma monografia sobre o tema




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